Durante muito tempo, os ladroes e viciados e traficantes, se apoderaram do prédio para seus fins crimiinosos. Roubaram movéis, documentos, instalaçõpes, equiupamentos e depredaram o prédio, certos da impunidade, pois, dificilmente a policia faz alguma ronda no local. Ali dormiam, faziam sexo entre eles, se drogavam, alugavam espaços e recebiam suas gangues e demais marginais. Os mais assiduos eram os da gangue de maria nova, mais Flavio, Ricardo, Carlinho, Rogério etc, aré de encontro de amores marginais hoomosessual onde os chamados chefões se tornavam noivinhas enroscados com seus namorados, fora dalí eram os brabões.
Depois que foram expulsos, in iciaram o rodizio de assédio e intimidações, prejudicando os serviços de recuperação, quando a policia era chamada, se evadiam e ficavam observando de longe e, depois retornavam com toda força para invadir a área. Tos os pedreiros que eram contratados, desistiam de continuar os serviços, eram intimidados com reuniões de maconheiros que fumavam no local e os pedreiro tinham que inalar a maconha e passavam mal e não retornavam. Durante todo esse processo passei a ficar no prédio, durante o dia, dava proteção e ajudava os pedreiro e as noites, ficava de plantão e, para impedir invasões,foi colocada 15 lampadas e um refletor que passava toda noite ligada e eu tinha a visão deles no local, ora fumando crack, maconha, escondendo roubo, fazendo sexo entre eles, tentando invadir o prédio. Os mais afoitos, Buiu, Jorginho, Flávio, Bagre e uns que sempre lhes acompanhavam e que não eram da comunidade.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
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